No amanhã
adormecido
do caos do
infinito,
Resplandece a matéria
intacta ao tempo,
não apoderada
ainda
pelo inefável
destino.
Intocada, segue
inocente
aos apelos
divinos,
sua estéril
semente
a espera de
germinar ansiosa
entre os desejos
da carne
e
incompreensíveis sonhos da alma...
Em sua bruta
condição de larva,
refém em seu
casulo imaginário,
ávido ao um cosmos sedento de mistérios!
ávido ao um cosmos sedento de mistérios!
Mas, vai firme e
perene
o teu olhar no
firmamento
como um farol
reluzente,
onde minha nau
segue firmemente:
Em busca da
razão
de estar neste
universo...
simplesmente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário