Sinto-me
universalmente assim:
Qualquer, distraído chinês,
Perdido no massacre
Da praça da paz celestial!
Mas trago ainda
algo precioso,
Esquecido e
adormecido,
No combalido, mas
ainda altivo peito:
E faz ser o que
fomos ontem,
Intactos na
lembrança
E faz-nos teimosamente
prosseguir!