segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Cântico ao infinito...









Nas mãos que dedilham incansavelmente:
Notas dispersas ao infinito!
Somos apenas um pequeno e acidental acorde
Na sinfonia feita por Deus...
Oremos então, nosso cântico bucólico ao além.

Na Praça Celestial....


















Sinto-me universalmente assim:

Qualquer, distraído chinês,

Perdido no massacre

Da praça da paz celestial!

Mas trago ainda algo precioso,

Esquecido e adormecido,

No combalido, mas ainda altivo peito:

E faz ser o que fomos ontem,

Intactos na lembrança

E faz-nos  teimosamente prosseguir!