Luis Antonio Rosseto de Oliveria a palavra dissoluta poesia brasileira IV
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Cântico ao infinito...
Nas mãos que dedilham incansavelmente:
Notas dispersas ao infinito!
Somos apenas um pequeno e acidental acorde
Na sinfonia feita por Deus...
Oremos então, nosso cântico bucólico ao além.
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